Arquivos Mensais: Abril 2011

Ensaio em duas fotos e dois versos do Essay on Man, de Pope

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Tragédias obtidas do joeirar de ridicularias

Disse-nos o velho Camilo numa das novelas do minho (Maria Moisés) que a vida amorosa é cheia de ridicularias. E que se a gente (ele) não joeirasse dela as partes cómicas não arranjaria nunca uma tragédia. A política nacional padece … Continuar a ler

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Boa Páscoa meu irmão

  Guardo galerias de fotos – no mais dos casos desenxabidas – tiradas ao acaso. É uma forma de voltar atrás e vaguear de novo por um labirinto de dias. De recordar gente que por vezes lá não figura mas … Continuar a ler

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Manhã de ceifa

Houve aquele dia do início de Maio há vinte anos em que o meu pai (sempre melhor homem do que eu) olhou o choupal que despontava no chão da antiga vinha arrancada, e demorando-se num ou noutro choupo em particular … Continuar a ler

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Come as you are

Ao ler as notícias hoje de manhã, as debandadas de férias e etc., rumo aos allgarves, relembrei uma paragem antiga numa estação de serviço aquando de um destes períodos de férias ou feriados. As famílias numerosas saltavam das stationwagons, e, … Continuar a ler

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Ler os outros

Sobre a capacidade (e a incapacidade) de ter um pensamento independente: um  grande post no Ponteiros Parados. Não percam…

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Descendo a Joinville, longe do manicómio

Descendo ontem a Joinville (cidade catarinense de forte colonização alemã) ao longo de uma estrada muito bonita que atravessa zonas de pinhal (auracária) para depois entrar na zona de mata atlântica propriamente dita, que cobre o declive da serra antes da zona … Continuar a ler

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