Tribunais formais e informais

O senhor apregoa aos sete ventos que é médico. O tribunal provou o contrário. Fique sabendo que não é ser médico, juiz ou advogado que faz de si uma boa pessoa. Uma pessoa é boa ou má pelo carácter que revela ao longo da vida e esse não precisa de um ‘doutor’ atrás“: disse a magistrada ao condenado.

Infelizmente os magistrados do tribunal de júri mais vasto (o do dia-a-dia) ditam outra a sentença. Muito provavelmente, por força desse julgamento permanente ao longo de décadas e de gerações nas encruzilhadas, esquinas, antecâmaras e salões da vida é que dita depois o acaso que se encontrem ali os dois nas respectivas qualidades de juíza e de réu.

Não sendo parvo o julgado, e tendo que avaliar probabilidades numa situação hipotética, apostaria que uma juíza – aquela ou outra – assim o encontrasse em esplanada de praia, beberricagem social, ou em reunião de pais dos meninos lá no colégio – sentença oposta lhe daria. Provavelmente, até, mais concisa e veemente.

Sobre soliplass

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