É de partir o côco

Aqui: um, cheio de estofo, a discutir ideias.

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10 respostas a É de partir o côco

  1. Enfim… Da mesma pessoa que, como em qualquer conversa de tasco, pegou num caso isolado para traçar um quadro do país, como aqui: http://blasfemias.net/2012/05/30/um-pais-confrontado-com-as-suas-ilusoes.

    (Não que não possamos referir casos pontuais e lamentar o país que temos, mas não daquela forma. E também não lhe ocorreu falar do que não podia ignorar, ou seja, das costureiras que no mesmo local foram despedidas nos últimos anos, aos milhares.)

  2. João Coimbra diz:

    “…das costureiras que no mesmo local foram despedidas nos últimos anos, aos milhares” Estará então o estado a fazer concorrencia desleal?

  3. soliplass diz:

    O que dá graça é que aquilo é afinal ainda uma crítica a pessoas: as tais que teimam em criticar pessoas e não ideias…

    Lembra um pouco o “paradoxo do cretense”.

  4. Panurgo diz:

    Você não me dê cabo do homem! Não me tire o privilégio de ler as cantigas de um funcionário público nos altares divinos do Mercado! O microbiólogo «expert» na metafinança… um luxo que só cá.

  5. Quem me lembra frequentemente o «paradoxo do cretense» é uma das suas (dele) colegas de blogue: Helena Matos.

    (Sou muito mauzinho, para aqui a atacar pessoas…)

  6. soliplass diz:

    Por mim, dou nada, estas coisas são giras e decorativasa até. Deste tipo de opinar politicamente já Oliver Goldsmith deixou retrato no Cap. XIX do Vicar of Wakesfield. Já alguma vez leu essa feroz discussão sobre política passada na Inglaterra rural daquele tempo? Em tempos deixei-a aqui: https://ancorasenefelibatas.wordpress.com/2012/01/05/da-direita-mordomista/

  7. Panurgo diz:

    Li na altura em que o publicou, e reli-o agora. O livro é que ainda me escapa. Não sei se não será gentileza a mais – é que à nossa criadagem, para além de lhe faltar educação, falta-lhe espinha: a gente topa-os logo, sempre a snifarem o chão em busca de uma qualquer migalhazinha (como aquela Matos, que presta consultoria na RTP…); mesmo na ausência do Dono, não erguem nunca a cerviz, ou, melhor dizendo, nunca baixam o cu. Mas com o hábito, habituam-se.

  8. soliplass diz:

    Se ainda escapa, venha daí um endereco postal (sorry, teclado noruegues – nicles de cedilhas) para o e-mail que lhe envio um. Se o proprio Johnson gostou do livro e o ajudou a publicar, merece certamente figurar em panurgueana biblioteca.

  9. Panurgo diz:

    E muito lhe agradeço, que os livros são-me mais precisos do que o pão. Não digo que não. Não encontrei foi um endereço de e-mail para lhe dar a morada da barraca.

  10. soliplass diz:

    Raios. Duas vezes raios! a primeira, porque nunca tinha pensado nisso: se o mail estava visível ou não. O mail é friluftogvind@gmail.com. A segunda (raios!), essa frase de livros e päo, merece uma edicäo antiga e estimada do Vicar, não um paperback qualquer.

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