ó pra mim tão eleitoralmente justo

 

Dá para rir o que escreve esta paranomásia de gente a respeito de proporcionalidade, justiça eleitoral e democracia representativa. Em França, claro. Por cá, ui, ui, que não pode ser, a bem da estabilidade.

Ora deixa cá ver se entendi o filme: os inúteis e acéfalos 20488 de Braga, os 13712 de Santarém, os 13351 de Leiria, os 4609 de Castelo Branco, os 3890 de Beja, os 13034 de Coimbra e os 5928 de Viana & etc. por aí fora – que votaram no Bloco de Esquerda e que viram os votos atirados às urtigas a bem da mágica de Rae nas últimas eleições legislativas – ou, os eleitores do BE em geral nas ultimas duas décadas e nas zonas periféricas do país (onde se situam os círculos de pequena e média dimensão), que guardem as opiniões para si ou que vão votar na tia-avó. Ou nos similares de Armando Vara ou João de Deus Pinheiro, de preferência.

Circunstâncias (which with some gentlemen pass for nothing)…

Sobre soliplass

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3 respostas a ó pra mim tão eleitoralmente justo

  1. Panurgo diz:

    Do Vital, Do Armando, do Mamón Pinheiro, ou do BE não gosto; da Frente Nacional só me interessa a frente da menina Le Pen.

    «Se ali estivesse eu passava a mão. Ai, coxa branquinha lavada em sete águas».

    (já chegou o João, o Vigário, o Juan…)

  2. soliplass diz:

    Que só lhe interesse a Le Pen, até se compreende – são afogueamentos dos verdes anos. Mas olhe que esta Pippa Norris do Mondego, se a gente lhe deitasse burka a cobrir o bigode constitucional e a largasse rua da Sofia abaixo com os meneares feminis que são seu jeito, ainda estonteava a pinha a muito mancebo.

    Pelo menos o engenheiro caiu por ela e deu-lhe a Europa; aquilo é uma sereia do choupal, e ainda por cima eleitoralmente justa. Andasse por Coimbra no tempo de Camões e à Bárbara furtaria as endechas.

  3. Panurgo diz:

    Ora, é como no diálogo…

    – Às vezes me dá vontade de virar puta.
    – Sabe que não resolve? Já viu puta rica?
    – E não vi? No meu prédio duas delas de carrão novinho.
    – E depois que as rugas chegam? Adeus, puta.
    – É. Eu preciso casar.

    (nunca lhe agradecer o suficiente por me ter dado a conhecer este Dalton)

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