Portugal no seu melhor

Só gente – e campanhas partidárias p´los vistos – a viver abaixo das suas possibilidades. Litros e litros abaixo. Um em flagrante delitro (como diria o Pessoa) agora a deixar escola no gasól…

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7 respostas a Portugal no seu melhor

  1. António Bettencourt diz:

    “[Portugal] a été grand en effet dans l’histoire du monde; mais sa grandeur a été courte, et, après un vif éclat jeté dans les deux mondes, il a rapidement decliné à tel point qu’il n’exerce plus aujourd’hui une influence même secondaire en Europe. La cause de cette chute étonnante apparait clairement dans l’histoire de ce pays, et il en resort encore cette vérité que lorsqu’un peuple néglige par trop longtemps d’exercer sur ceux qui le gouvernent une surveillance jalouse et un sévère controle, il perd avec sa liberte sa puissance.”

    Garnier-Pagès , Dictionnaire politique : encyclopédie du langage et de la science politiques; publ. par E. Duclerc et Pagnerre, p. 735

  2. soliplass diz:

    Não conhecia essa, mas é justa a observação.

  3. António Bettencourt diz:
  4. soliplass diz:

    Obrigado mais uma vez.

  5. soliplass diz:

    Documento fascinante para se passear ali umas horas. Reparo que não se define ali nem democracia nem liberalismo, se bem que o termo democracia o use no artigo sobre barricadas (p.149) «Fausse Dieu que ces luttes fraticides ne se renouvellent plus désormais, e que la démocratie n’ait plus besoins de sanglants sacrifices». E no artigo sobre as comunas (p.213) ainda sem o peso dos trágicos acontecimentos posteriores em 71, onde o termo democracia volta a aparecer.

  6. António Bettencourt diz:

    O surpreendente são também os juízos que estão por toda a obra. No artigo sobre Portugal até está latente a ideia de que estaríamos muito melhores integrados em Espanha. É tão politicamente incorrecto aos nossos olhos de hoje que se torna delicioso.

    Por exemplo esta passagem no artigo sobre a Bélgica: “Après la chutte de l’Empire Roman, l’histoire des Pays-Bas n’offre d’autre interêt que l’intromission progressive du christianisme.” Ou esta:”…l’existence de la Belgique comme nation indépendente est une chimère. (…) Sa destinée est d’être un jour uni a la France (…)”.

  7. António Bettencourt diz:

    pp. 154-155

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