Reais e imaginários

O politólogo Joaquim Aguiar, ex-assessor político de Presidentes da República para vários gostos (tempo das cerejas dixit) teria declarado,

«A Constituição é um produto do imaginário, não é o real. Passados uns anos, o que era possível numa dada circunstância pode ser alterado. Isso não é violar a Constituição, mas sim reinterpretar a Constituição de acordo com as possibilidades. Não há dúvida que a falência de um Estado nacional é absolutamente inconstitucional. Nenhuma Constituição pode pressupor essa tipo de situação. Mas, no caso português, isso aconteceu. O real tornou-se inconstitucional. Quando o real se torna inconstitucional, a política tem de alterar o imaginário. Um dos grandes erros da política portuguesa é ter um imaginário muito forte.»

….segundo leio também no pleitos e apostilhas.

Fico sem saber (e é pena) se no «imaginário muito forte da política portuguesa» segundo o politólogo estará também incluso o perigo de dinamitarem pontes segundo o Almeida Santos. Desde esse almeida-santíssimo aviso de perigo, ao passar da Chamusca á Golegã e não vá um dinamiteiro armá-las, lá tenho que ir chatear o padre por causa da extremaunção. Já anda o bom homem fartíssimo do desgoverno de azeites e a maldizer a ribeirinha paróquia…

Sobre soliplass

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