Bagagem – Solidão

Desaguando no Oriente, no átrio da entrada do Metro a feira de livros. Centenas, e a coisa dura há algum tempo. Ver aquilo numa estação de comboios quase que dá esperança num país civilizado. E resistente. Anthony Storr, em “Solitude: A Return to the Self”no capítulo Enforced Solitude, cita ou refere a história de Edith Bone. Talvez uma das grandes histórias da história da cultura e exemplo que nos aconselha aquilo que na linguagem comum se chama “ter alguma bagagem”.

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Sobre soliplass

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2 respostas a Bagagem – Solidão

  1. 🙂

    __

    p.s. – o melhor desta vida é termos a oportunidade de sorrir para pessoas nunca vistas (aconteceu-me em muitos contextos, não só virtuais) às quais até tivemos o prazer de já chamar idiotas. A minha vida tem sido (em parte, que comecei a navegar muito cedo) assim, também, e por isso é tão reconfortante visitá-lo. Viaje o que tem a viajar, mas não vá embora de todos os que o lemos.

  2. soliplass diz:

    LOL, isso não foi prazer mas ciência.

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