Barulhos e silêncios

O padrão é recorrente. Sempre que o poder sodomiza o cidadão um pouco mais (ou salta a público mais um escândalo, ou roubalheira da grossa) lá vem o Acordo. O que este escreveu já sobre o acordo (e só nas páginas do DN) ocuparia oitenta volumes dos grossos.

É um caso interessante, este tanto barulho à volta do Acordo – uma espécie de silêncio comprado com boa-vida.

Sobre soliplass

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5 respostas a Barulhos e silêncios

  1. Panurgo diz:

    O homem é um tradutor e pêras. É o que de mais erudito se arranja por cá. Uma puta do regime, certo, só que culta. Mas desde o dia em que você aqui meteu o arranque a gasoil, não consigo ler o Graça sem me rir.

  2. soliplass diz:

    Dar-lhe a gente cambota dum seis cilindros por supositório, pra lhe completar a ciência – a da mecânica, que da outra de viver á custa alheia é ele um mestre entre os mestres.

  3. E pensar que há tantas, tantas coisas sobre as quais o Vasquinho também não sabe dizer nada… (no tempo do engenheiro sabia, mas a consciência, quando ainda existe, é uma puta)

  4. soliplass diz:

    A consciência e a vergonha. Que essa, perderam-na e não se lembram onde. Nem vale a pena oferecer alvìssaras a quem a encontrar.

  5. Como dizia o muito saudoso Manuel António Pina, «o pior é que a consciência de muitas pessoas está limpa (…) pela simples razão de que não lhe dão uso, está novinha em folha».

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