Ao Samuel, nesta hora triste

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Pouco passava das quatro da manhã, Gotemburgo já passado. O amanhecer vem cinzento, sendo o dia auspicioso. À noite, depois de umas horas de passagem por Amsterdão, verei a saudosa cara do meu pai. Há nesse pensamento um misto de tristeza. Só esta noite vi no Estado Sentido que ao Samuel de Paiva Pires (que por cá lemos com agrado) não será mais dado esse prazer.

É provável que ao homem que perde o tenha conhecido. Parapentistas não fomos muitos, talvez lhe tenha ouvido a voz no rádio, talvez me tenha cruzado com ele em vôo num daqueles crespúsculos mágicos de Linhares. O homem que foi também marinheiro como eu.

Ao Samuel que não conheço que não de o ler de longe e sempre com agrado, daqui do mar Skagerak, as minhas condolências.

Sobre soliplass

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