Grito de Itapetininga

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Do grande Monteiro Lobato, conta o escritor iratiano Nego Pessôa e autor do livrinho da foto – Modos & Modas – prodígio de ironias e escárnios, observações agudas (p. 78):

 

“Perto dos 60, Monteiro Lobato passeava pela velha Barão de Itapetininga – no velho centro de São Paulo. Do outro lado da rua, um amigo o viu e saudou:

 – Como vai, mestre?

Aos berros ele respondeu:

– Estou bem, estou óptimo, estou brocha!

O amigo fez cara de espanto. E Lobato completou:

 – As mulheres não me perturbam mais! Estou livre delas!”

Sobre soliplass

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3 respostas a Grito de Itapetininga

  1. Cristina diz:

    Oi, Navegante!
    E não é que José Bento Renato Monteiro Lobato tinha toda razão?
    Meu pai sempre dizia algo parecido:
    _ Homem que precisa de “Viagra”, é porque não necessita de mulheres!

    Abraços brasileiros.

  2. soliplass diz:

    Achei graça a esta história contada pelo Nego Pessôa: o mestre que grita em plena rua (estou brocha!) o que quase todos escondem embaraçados.

    Cumprimentos aqui do Norte.

  3. Pingback: Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares | Âncoras e Nefelibatas

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