abundância de pós-porteiras

No Rua das Pretas, há dias atrás, citando Cardoso Pires, Balada:

 

“As porteiras, oh que ouvidinhos.

Oh que línguas de platina.

Muitas, casadas com polícias, são polícias também por comunhão de bens; outras, abelheiras de casa em casa, rebuscam nas limpezas armazenando segredos; mas quase todas camponesas, rafeiras à meia porta, mui domésticas.

Ao pobre viram o dente, ao rico abanam o rabo.”

Pobre Cardoso Pires com tão escasso leque de tipologias sócio-profissionais. Imagine-se a riqueza taxonómica da fauna lusa de hoje com a abundância de blogueiras, paineleiras da pantalha, economo-cronistas…

 

 

Sobre soliplass

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