Domingo out there fresco e ensolarado

 

 

006

 

 

009

 

 

010

 

 

012

 

014

 

 

018

 

013

 

 

028

 

025

 

031

 

 

 

Sobre soliplass

email: friluftogvind@gmail.com
Esta entrada foi publicada em Uncategorized com as etiquetas , , , , . ligação permanente.

15 respostas a Domingo out there fresco e ensolarado

  1. Por aqui, o dia também foi soalheiro e fresco, mas, ainda assim, muito menos fresco.

  2. soliplass diz:

    Por cá estava uma delícia. Pena é que dê cabo das pernas vencer a neve e os declives. Ainda assim vale a pena.

    Um abraço de cá.

  3. Imagino que sim, que valha bem a pena.

    Um abraço.

  4. Lindo, mas…definitivamente, o Sul 🙂

  5. soliplass diz:

    Pois, lindo mas trabalhoso e por vezes desconfortável. Às vezes também me bate a saudade do Sul: o sol e as areias e o vinho do ano no produtor a um euro (e tanta vez tão bom), rosmaninhos e alecrinagem, as curvas do Gaviãozinho a Montargil em moto veloz, os novos lançamentos de Helena Sacadura ou Moita Flores à venda em cada estação de gasolina, e favas. Favas… acabadas de esturgir, verdinhas, tenras, deliciosas. Estas charnecas e penegrais daqui seriam perfeitas se um gajo pudesse agarrar em caldeira em maio e fazer uma boa caldeirada de favas com chouriço.

  6. Favas? Favas?
    Está tudo estragado, acabou-se a conversa, apagou-se o Sol, etc.
    😦

  7. soliplass diz:

    Cum’catano isso é a modos que uma heresia! Fava é das palavras pequenas o melhor que a culinária tem.

  8. A minha mãe cozinha-as com chouriço e costelas de porco. De comer e chorar por mais!

  9. soliplass diz:

    É claro que isto (até tenho vergonha de deixar posts destes) contraria o sonho nacional: fugir de árvores, nunca ler um livro e deixar um pavilhão atlântico aos netos…

    Mas prá’gora é o qu’sarranja…

  10. soliplass diz:

    Ditosa prole de cozinheira assim. Isso sim, é sorte.

  11. Que saudades da comida portuguesa, compadre — estes “bifes” nem imaginam o que é comida decente. Há uma semana, aventurei-me na zona onde vive o grosso da comunidade portuguesa com o objectivo de comer uma francesinha, mas aquilo mais parecia uma lasanha. O que me vale é saber cozinhar, pois a autora dos meus dias fez questão que o seu filho homem soubesse fazer de tudo um pouco (no fundo, creio que a intenção era apenas torná-lo independente da futura nora, mas acreditemos que foram só nobres motivações…); e, tirando passar a ferro, actividade que detesto, desenrasco-me bem em tudo (há uns dias, um colega de trabalho ficou muito espantado por me ver coser um botão, como se isso fosse algo que levantasse a mais leve dificuldade a alguém, quanto mais a um neto de bordadeira de mão cheia).

  12. soliplass diz:

    É pá, um dia destes em conversa com o Henrique do blog Antologia do Esquecimento que é divina e risonha criatura, e porque ele vive ali perto, perguntei-lhe se dava para fazer fogueira na praia da Gralha ali um pouco a norte de S. Martinho do Porto. Disse que sim. Isto porque se falou de uma coisa que eu costumo fazer e de que a criançada muito gosta que que são barcos vikings (postas de salmão embrulhadas em folhas de alumínio já com todos os temperos e a que dou a forma dos velhos drakkar de forma a que quando aquilo sai do forno parece uma armada de um filme de aventuras que muito diverte a canalha nova, que logo passa a gostar de peixe) e que pode ser feita num forno improvisado: areia com uma fogueira em cima. Daí se passou à ideia que um encontro de bloggers em ambiente desse, com cozinha improvisada, um garrafanal variado e sólido, boa conversa e risada farta ao pôr do sol seria supimpa ocasião. A ele, é claro, haveria que lhe poupar os dedos da cozinha; assim ele prometesse levar a guitarra e cantar dois fadunchos.

    Mais dia menos dia temos que combinar uma empresa dessas, pra cá da Taprobana e que não desmereça um camões ou dois.

  13. É o tipo de empresa em que alinho sem pensar duas vezes. Eu não me importo de meter os dedos na cozinha, até porque ninguém ficaria a chorar (a não ser por mais; desculpa-me lá a falta de modéstia, mas estou em modo realista). E ficas a dever esse salmão à criança que ainda há dentro de mim.

  14. soliplass diz:

    Ao ar livre era mais original que em restaurantes. E ao ar livre um gajo pode deitar lume a cigarros e cachimbos à hora dos digestivos. Na areia tem também a conveniência de em caso de carraspana (o que é improvável mas nunca se sabe) amortecer as quedas.

  15. Não sou esquisito. Com boa comida, boa bebida e ainda melhor companhia, o local é o menos.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s