Arquivos Mensais: Janeiro 2016

A voz do nazismo

  Telefono às seis da tarde, – olhe queria um táxi para as quatro e meia da manhã à rua… – telefone amanhã um bocadinho antes… – mas já tenho telefonado e ninguém atende. Tem a certeza que há táxi … Continuar a ler

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Milagres

Passados estes anos via-a, uma ruína, acompanhada das filhas, mulheres gradas já. No centro comercial de uma cidade distante. Houve um aceno, mais que um cumprimento. Há anos ouvi dela: «abalou-lhe». Ao marido. Não me lembro de ter ouvido se … Continuar a ler

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Natureza morta com Selbuvotter e Rubi Vermelho

      Café do costume. Dois ícones desta terra nórdica. Um romance de Agnar Mykle que vou relendo, o «Cântico do Rubi Vermelho»; e as típicas luvas de polegar e resto da mão: as tradicionais Selbuvotter. Há luvas mais … Continuar a ler

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Um presidente do povo

  Vá-se lá saber porque perdurou a mistura de luz e sombra, como num vídeo ou filme. De voz e de silêncios. A mistura do alto e grave comunicado – ou discurso – que saía da televisão com o volume … Continuar a ler

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What thrilled him beyond any measure…

    “Bolden could not put things in their place. What thrilled him beyond any measure was that she, for instance, believed in the sandman when putting the children to bed whereas even the children didn’t. Quick under the covers, … Continuar a ler

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Penas

Como se diz por aí, um homem pode viver bem ainda que num palácio. Eu nem precisava de tanto. Há dias em que bate o desgosto; o dinheiro (pelo menos o meu) não estica. E é pena. Não chegar para … Continuar a ler

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You don’t play with all the cards

  Slekters gang. O romance de Jan Kjærstad acabado de sair. O título, a ser traduzido para português, daria qualquer coisa como «O curso das gerações». Depois de todos estes anos, tornei-me conhecido de alguns livreiros e alfarrabistas de Oslo, nalguns casos, … Continuar a ler

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