Apontar ao futuro

 

 

Arredado da pátria nestes fjords e tundras, nem sempre me apercebo das mais vivas fogueiras que (pela liberdade) em liberais e lusos peitos se atiçam.

Segundo Luís Montenegro, o PSD entende que os dois documentos que vão hoje a votos “fazem uma intromissão, uma ingerência numa decisão, concorde-se ou não se concorde com ela, de um órgão de soberania angolano” e vai votar contra por “razões de coerência”.

Mas nada que seja estranho a quem ande batido nas literaturas nórdicas… Lembra um pouco uma espécie de coerência (a coerência de orientar o presente para as possibilidades do futuro), que, no prefácio do primeiro dos romances do dinamarquês Peter Høeg, The History Of Danish Dreams, aparece expressa  no moto – de uma lógica a toda a prova – que Carl Laurids, expõe ao filho:

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Adenda:

e o futuro tem sido tanto (where the money is) que até já os jornais noruegueses fazem títulos sobre um ministro do petróleo (de cá) grelhado no parlamento sobre negócios ente a companhia estatal (Statoil) e a Sonangol. Por cá não sabem onde foi parar uma soma substancial… ao futuro, certamente.

 

Sobre soliplass

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