Tempo de circo – ó maravilha

De circo anda tudo enjoado (tal a fartura dele por jornais e televisões) mas outro houve que encantava províncias. E se era pena que nunca para o universo português se tivesse antes traduzido a página de Magnusson com a obrigação de contar dos que tombam, é pena que pesquisando nos motores de busca não se encontre o Circus Time de Douglas Phillips. Temos que andar por ele em antologias de antanho. Coisa que (dar visibilidade ao poema) facilmente se remedeia; e aqui fica:

Circus Time

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Like butterflies, small circuses wander

Through the countryside of summer,

Settling on village greens,

Raising their tents like wings.

#

Children clap their hands,

A flower of applause greets clowns.

#

Each day they zigzag lazily down lanes

Towards the next cluster

Of ring-of-roses faces.

#

All summer they wander

Towards the welcoming sea,

Where waves rise round

The yellow arena,

Then turn inland again,

Hesitantly hovering homewards.

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In autumn, when the frost trows spangles

Across the sawdust,

They close their wings.

Twin poles, frail antennae, fall,

The painted canvas is unstitched,

And furled

In its winter crysalis.

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