Zarpando

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Zarpando hoje de cidade alemã, venho fumar um cigarro ao sítio do costume. A sala de fumo é menos má, com vista pró mar, hoje presenteando a tripulação da escuna com sol e brisa (fagueirinha – nem de encomenda), visão das gentes domingueiras velejando a tarde.

Descendo aos aposentos onde há net, zarpo daqui por essa bloga fora ao acaso, passo pelo Ouriquense e pel’A morte do escritor, vou parar ao texto de Guerreiro no Público e sua crítica «uma campanha bem sucedida porque no dia seguinte houve abundantes notícias e reportagens sobre a aldeia de Estevais e o filho ilustre da terra» e acabo num sítio já esquecido: o post que, há já mais de uma década, Pacheco Pereira deixou no Abrupto em homenagem do labrinto solitário de Mário Sottomayor Cardia. Cuja primeira frase é, simultaneamente, historiográfica e profética:

«Em Portugal os mortos são todos bons e os vivos todos maus. A explicação é simples: tudo é escasso, os bens são escassos, logo cada vivo ocupa um lugar a mais, o lugar que poderia ser o meu.»

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Sobre soliplass

email: friluftogvind@gmail.com
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