Do assédio e da virtude

É-me estranha esta questão do assédio. Já bem passado dos cinquenta, contas feitas, não assediei (por inútil) nem me assediaram elas (por bom-gosto). Houve nisso menos virtude que contingências fisiológicas, geográficas e pecuniárias. A minha (santa e mártir) mulher resume assim os meus predicados masculinos:

– É feio, pobre, … e mora longe!

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Sobre soliplass

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5 respostas a Do assédio e da virtude

  1. hmbf diz:

    Tirando o mora longe, a minha diz o mesmo. Saúde,

  2. soliplass diz:

    E fora o endereço nada disto melhora com a idade…rais part’à vida e quem lá ande.

  3. Bom, a mim, se me dissessem cousas afins, era logo divórcio, e sim, sou feiosa, pobre e moro no ‘interior desertificado’ 🙂

    Para adonde fugiu a V. estima pelo corpo e tola que transportam?

    Queixinhas 😀

  4. soliplass diz:

    Mas a santa e mártir esposa tem toda a razão. Ainda assim, justo, o dito é caridoso; ainda omite, caridosa, que estou também velho e chato.

  5. ok, mas és um gajo culto (em bués :)), tiveste uma coragem do caralho em – conforme mencionaste, já lá vão uns tempos – dar o salto des Sciences Po (bah!) e transferires a tua sabedoria para aquilo que de facto importa: alimento, pessoas,mar e uma mulher que, vejamos bem, tem seguramente um sentido de humor fabuloso 😀

    a parte de falar Norueguês é que não compreendo, mas percebe-se (aah!, uma contradição por dia,… :))

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