Créditos e descréditos

Novamente o amargo de boca: no Ordet honra o autor aqui o Âncoras com um link para um post antigo cá publicado, o Conferência de PiolhososÀcerca de um pedreiro (mais tarde viria a ser Primeiro Ministro da Noruega) que carregado de piolhos num beliche de um campo de concentração alemão animava os colegas com projectos de uma sociedade justa e inclusiva que iriam construir assim que terminasse a guerra e retornassem ao país natal. Projecto que viriam a realizar.

O óbice da coisa é que o post em questão parte de um excerto de um outro texto de Pedro Correia. Coisa que me deixa hoje má consciência: reconhecer que houve tempo que dei crédito ao que escrevia Pedro Correia. Ou João Gonçalves.

É certo que também Hannah Arendt  deu crédito (e mais uns trocos a coberto dos lençóis) a Martin Heidegger. Mas essa era nova, tinha desculpa. No meu caso desculpa não há, que já somava a idade com a obrigação de ter juízo.

Depois verifico que a outros, em posts antigos não deixei crédito. É o caso do post Sombras de Spriteonde figura este instrutivo diálogo sobre a mecânica (ou hidráulica) do mundo:

001

Foi compilado por Torgrim Eggen, no Manhattan -Historier om New York. Da página não recordo o número, mas posso verificar.

Sobre soliplass

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