Em Oslo

Neva. Desde Bruxelas que, a par dos contos de natal de Levi Henriksen que leio, ouço o suave tom das conversas em norueguês. Alívio.

No percurso para o aeroporto, no comboio Santarém-Oriente, ao meu lado, impressionando a rapariga à sua frente, um rapazinho de gestão falava em investir na bolsa e ganhar muito dinheiro num tom de tão cínico e mete-nojo que (apesar da voz pomposa e estridente) diríamos já cadáver. De hiena. Há gente que parece que nasce já velha, às portas da morte. E, qualquer que seja a compleição, feia e repulsiva c’mó caralho.

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