A arte como arma branca

(foto d’aqui)

A polémica andou à volta de aquilo ser arte ou não, do preço subtraído ao erário público, do potencial como arma de arremesso à cor de política partidária.

Gajo de coisas práticas, a primeira coisa que me chamou a atenção foi a exposição em espaço aberto – e sem sinal aparente de aviso de perigo – de vigas de ferro em quina viva. Antes de arte ou outra coisa qualquer, o que aquilo parece ser é uma arma branca à espera que alguém (crianças na brincadeira por exemplo) por distracção ou azar se lá fira gravemente ou se mate. Nesse sentido, é um perfeito monumento à arte da irresponsabilidade. Do “artista” e da autarquia.

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