Aquivos por Autor: soliplass

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Das coisas variadas

Amsterdão, agora. Releituras. O velho Corte na Aldeia de Francisco Rodrigues Lobo e um dos primeiros de T. C. Boyle; East is East. Tisnasdo do sol, bruteza de calhau, braços e mãos feridos (a missão continua), refinadíssmo cultor de letras. … Continuar a ler

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Puta de vidinha triste

Dia de viagem, na estação da Ribeira de Santarém, tomo um café. O telefone esperto dá sinal de rede, o ponto de interrogação se quero ligar a uma rede disponível. Passo a lista… a primeira rede, intitulada “KeresWifiFazComoEu”. Imagino a … Continuar a ler

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De tílias e outras

“Quando saio do Club House, o empregado, que no alpendre enche de ar os pulmões, adopta subitamente um tom familiar para me dar conta de que lá fora cheira a tília. Não costumo corresponder a estas tentativas de intimidade, quer … Continuar a ler

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a mesma frase

“É preciso voltar à mesma frase: “Que parte é que não percebeu? Não há dinheiro“” & etc… .  

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Forquilhas por boas-vindas

  O meu avô materno, homem sensível e púdico, de quem se acreditaria terem-lhe aparecido em casa quatro filhas por encomenda postal, ao pedido do veterinário de o ajudar a amparar o bezerro nascituro, para não ter as mãos em … Continuar a ler

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Companhia de ver o mar

Tinha saudades de ver o mar, de lhe sentir o cheiro e a voz. Apesar do brumoso e do chuviscar foi passeio agradável e em boa companhia. Está formoso e bem-disposto o infante com quatro meses e três dias. Um … Continuar a ler

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«kaaaaiii-kaaaiii-kaai-kaa-ka-ka-ka-ka» e «tontejanar»

…”kaaaaiii-kaaaiii-kaai-kaa-ka-ka-ka-ka”, é um som característico do acordar em Oslo. Gaivotas. Há quatro semanas, ao acordar no hotel com o grito queixoso e melancólico que Karl Ove Knausgård grafa assim no seu segundo romance publicado, apercebi-me do quanto me fazia falta o … Continuar a ler

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