Em resumo

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(Fanado ao Grito e Argumento)

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Em missão espinhosa

Cumpridor, muito cumpridor, este vosso criado, também pra desenjoar de literatura, gastrónomos, enólogos, filólogos, comentadores desportivos, económicos, políticos, e vermina similar, agora que Costa e Capoulas demonstraram como se faz (em seis minutos e quarenta e sete segundos) (quem sabe, sabe) à semelhança dos seus maiores, lança-se à roça.

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Espinhosa questão,

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Nem admira de Costa & Capoulas a brevidade, e era bom o casaco. Ou como se diz por cá, «foge toino qu’o pai marra!». Antes a enrabar gatos que em pelejas de silva, tojo e espinheira braba…

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Só o Bjorn faz a festa. Paus e canas à fartazana, leva e traz, busca e corre. A dona, não tendo outra forma de chamar cão ao marido, diz dele (por ter olhos verdes como eu, seu dono) que «puxou ao papai». Parece também (como eu) ter vocação de marujo e nadador…

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Duas lagoas no pedaço e não hesita. Ladridos às rãs, nataçao da forte pra cá e pra lá.

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até que não está mau de todo…

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Levando a origem ao destino

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Dizem-no uma bela homenagem a Oslo, um fresco evocativo de gentes e ruas. Calha hoje no avião, forma de levantar ao destino o ponto de partida.

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Julian Green sobre o Trocadero (quanto à ética republicana é omisso)

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Quase à vista da boca do fjord, o amanhecer a revelar o cinzento brumoso do mar, lia (como é meu hábito) os blogs, findo o turno e depois da religiosa passagem pela câmara de descompressão.

Vem a colega e senta-se, e como só dirá mais tarde, na minha ausência e a respeito da disciplina física intransigente “este agora nesta idade é qu’anda armado em Tarzan”, saca do assunto do dia que as notícias da manhã regorgitam para seu deleite e diz: ” …’tão o dos corninhos lá vai ser chamado ao parlamento?”

Velho, não só para armar em Tarzan, sorrio. Coisa feia. Quando o edifício da ética republicana desaba. “De que é que tás a rir?”

Respondo, enigmático, que do velho Trocadero. Da demolição do Trocadero no belo e desconcertante Paris de Julian Green que de pouco valeria a pena mencionar-lhe:

S’il est vrai qu’on a démoli le Trocadero san que l’orde exprès en ait été donné, il faut croir que le colosse a été vaincu par la seule puissance du mépris général et que la pensée de plusieurs millions d’homes peut être aussi forte que la signature d’un ministre.

 

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Les mangeurs d’étoiles

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No restaurante, ao jantar, a televisão passava a reportagem com o interrogatório de Sócrates. Pouco ouvi, no meio do burburinho, das tiradas e dixotes dos das mesas ao lado. Estrelas que dão nisto. A chacun son étoile selon sa faim

Como de tudo algo se aproveita, viajando para Oslo no dia seguinte apenas com bagagem de mão, fui à estante e tirei a velha novela pícara de Romain Gary; Les Mangeurs d’Étoiles. Que é, como se sabe e re-sabe, a estória de um mascafonso índio cujon que por artes e truques (e uma admiração pelo Diabo que na sua opinião governa o mundo – não Deus), fascinado por ilusionistas e artistas de vaudeville chega ao poder num Estado da América do Sul. José Almayo, el lider maximo. Amado obsessivamente, por sua vez, por uma americana modernaça e dada à cultura (faites la liaison) que se desunha a tentar modernizar o país e as mentalidades.

O resto da literatura, farnel de viagem para duas semanas a bordo, pousada na mesa do quarto Halvbroren (romance de Lars Saabye Christensen) do Cochs Pensionat onde o romancista era hóspede frequente, veio grátis, numa curta paragem num sítio do município de Oslo, ali a Mayorstuen (no rés-do chão dos dísticos verdes), que tem para dádiva aquilo que alguns não querem e lá deixam. Entre outras coisas, livros. É ali que, desde há algum tempo, parcialmente me abasteço de livros. É escolher do que há. Com pouco risco de lá encontrar um dos meus colegas portugueses a competir pelos melhores alfarrábios. Que nem de graça os querem. Mas isto, como o exposto em supracitado proclama, a chacun son étoile selon sa faim

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Ler os outros (da liberdade)

A liberdade não se faz com ordenados de 600 euros, por Patrícia Reis no Delito de Opinião.

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