Arquivo de etiquetas: Dragoscópio

por mor de dúzia-e-meia de gargalhadas

(imagem fanada ao Dragoscópio) A vida pública portuguesa sempre ultrapassa o que imaginar poderiam os melhores e mais inventivos autores da novela pícara do siglo de oro. Mal precisa de paródia porque é em si mesma paródia imediata. Basta-se como … Continuar a ler

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Promessas para 2015

  Não poderá ser inteiramente mau o 2015 que temos de volta a flamejante prosa do Drago (o do Dragoscópio, que não vota reverência ao que só merece escárnio). Um excerto da boa arte de chamuscar toucinhos (no caso, os do … Continuar a ler

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Ler os outros: A odisseia da demagogia

Por mestre Dragão a respeito da coisa demagógica (e citando com a devida vénia, um trecho): “Ora, a nossa sórdida actualidade rasteja nos antípodas disto. A eloquência do demagogo, além de sórdida, raquítica e invariavelmente de aluguer, obedece a épocas … Continuar a ler

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A arte de não mostrar reverência ao que só merece escárnio

Por mestre dragão do ex-dragoscópio em A Possessão dos Aflitos (excerto) […] Entretanto, com  a fatalidade cíclica que já a Bíblia anuncia, chegou a crise. E a receita, nesta emergência, é proverbial: os que comeram antes (no orçamento) pela medida grande … Continuar a ler

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A mão e a noção

O exclênticérrimo Estado português (fiquei a saber por notificação) exige-me agora propina. Tenho mantido cá uma casa (depósito de livros, mais que outra coisa) passo por cá meia dúzia de dias, na volta do trabalho e a caminho de onde … Continuar a ler

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Das boas artes do diagnóstico e da terapêutica

Exemplarmente escrito no Dragoscópio: Em tempos, como anedota absolutamente verídica contava-se que a Dívida externa do antigo Zaire era exactamente igual à fortuna pessoal do então presidente Mobutu. Algo parecido poderia contar-se acerca de Eduardo dos Santos. Ou de tantos outros … Continuar a ler

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