Arquivo de etiquetas: Flaubert

Nous sommes Charles; e a convalescente economia uma grandessíssima Emma

  Dos capítulos 13 e 14 de Madame Bovary: XIII ”  Tout à coup, un tilbury bleu passa au grand trot sur la place. Emma poussa un cri et tomba roide par terre, à la renverse. En effet, Rodolphe, après … Continuar a ler

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Trop sensible

“Ils furent, généralement, impitoyables. Ceux qui ne s’étaient pas battus voulaient se signaler. C’était un débordement de peur. On se vengeait à la fois des journaux, des clubs, des attroupements, des doctrines, de tout ce qui exaspérait depuis trois mois ; … Continuar a ler

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Um cão à janela

Sobre o mar negro, Dinamarca acima, uma cortina oblíqua e movente de pontilhados claros. Neve, poalha fina? Gotículas que se levantam da espuma da onda abalroada à proa? Um cão à janela. Volto a Chenonceau pelas páginas de Voyages. De … Continuar a ler

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Parfaitement, monsieur le comte!

[…] “Ils étaient dix-sept, y compris deux forts cultivateurs, le sous-préfet de Bayeux, et un individu de Cherbourg. M. de Faverges pria ses hôtes d’excuser la comtesse, empêchée par une migraine; — et après des compliments sur les poires et … Continuar a ler

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No princípio

Numa carta de Dezembro de 1826 a Sainte-Beuve, Flaubert aponta-lhe que (numa crítica anterior) tinha duvidado da realidade daquele mundo descrito em Salammbô: Vous commencez pour doutér de la réalité de ma reproduccion… Volto a ler a passagem do cap. … Continuar a ler

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Valsa

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Belas coisas

Insónia, acendida a luz e estendida a mão ao primeiro, um passeio ao acaso por páginas daqueles livros que nunca terminamos de ler. Revelam belezas ( por exemplo, a dos sábios e a de Marat), fragmentos recolhidos por Flaubert para o segundo volume do … Continuar a ler

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